Quando me encontro numa vida que não a minha, nas ruas de uma cidade estrangeira, logo direcciono os sapatos para as pontes, estátuas e tudo o que for favorecido no nevoeiro. Se encontrar rostos que me acompanhem tanto melhor. Caso esteja sozinho começo a fazer listas mentais: nomes de reis, capitais, insectos.

Raramente encontro propósito para estar onde estou e nas coisas que sou.

Como aquele padre que só floria quando dizia o Tchekhov da infância by heart.

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